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Quarta-feira, 4 de Fevereiro de 2009
PPDPP - Direito de Antena 3


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Comentários

De Tarzan a 4 de Fevereiro de 2009 às 16:45
«Eu nem costumo usar o meu verdadeiro nome nestas coisas das internetes, mas para não dizerem que tenho medo de me identificar e/ou que uso um nickname para me proteger e/ou para me acobardar, ficou mesmo o real.»

Esse é o maior mito ciber-urbano que anda aí a circular. a) Como é que eu sei que César é um nome ou nickname? b) Em que é o que o nome César o identifica e/ou responsabiliza pelo que escreve? c)O que impede outro de escrever com o nome de César? Já houve que escrevesse aqui com o nome de Tarzan e não fui eu. E olhe que há mais Tarzans pela ciberesfera (http://the-ejungle.blogspot.com/). Por isso, esse carapuço do cobarde não me serve.

«Já agora o seu cognome Sr. Tarzan é “O Homem Rã” ou “O Rei da Selva”?»
É "O homem Rã"! Então não foi você mesmo que disse que o Tarzan, O Rei da Selva já tinha morrido? Se calhar foi outro e eu fiz confusão.


De César a 4 de Fevereiro de 2009 às 18:02
Sr. Tarzan:

a) É um nome próprio então não se vê logo... se fosse um nickname seria algo do género Cesar1234 ou Cesar_SIS ou coisa do género. Só não lhe envio cópia do BI porque não sou tolo, ainda usam isso para me roubar a identidade ou lá o que é.

b) Pela mesma razão que em a) não coloco o nome todo. Eu cá responsabilizo-me pelo que escrevo e isto agora a nível informático fica tudo registado, quem tiver dúvidas é só verificar no meu 486 se eu escrevi isto ou aquilo. O nome identifica-me porque é assim que me chamo. A si chamam-lhe Tarzan quando vai a uma repartição das finanças ou a um banco?

c) O que o impede é a sua consciência, a honra e a dignidade, acho eu. No entanto, consta que há pessoas que não têm a primeira devido a um qualquer distúrbio psicológico e que os dois últimos são valores que vêm caindo em desuso nos dias de hoje. Reconheço ainda que isso de usar o nome ou nickname dos outros é um abuso e pode acontecer a qualquer um, o que é lastimável.

Diz-se que as forças de segurança conseguem saber tudo o que as pessoas fazem na internet por isso: -Garotos, tenham cautela quando andarem a cometer ilicitudes na web…

Sr. Tarzan começo a achar que as suas confusões não são acidente. Eu não disse que o senhor estava morto, mas até prova concreta em contrário confio no senhor Porta-voz do Partido Para Democratização da População Portuguesa. Se for necessário solicite uma acariação junto das entidades competentes.


De Tarzan a 4 de Fevereiro de 2009 às 23:02
Ó Xôr César

a) Bruno Aleixo também é nome (próprio e apelido?) de gente e não é por isso que corresponde a um ser humano com personalidade jurídica. Mesmo que tivesse isso não seria muito abonatório em termos de honestidade... O Ribeiro que o diga.

b)Ui! Então se precisar de o processar por difamação ou outra mariquice qualquer, é só chegar à esquadra ou ao tribunal e dizer "Quero processar o César, ó faxavôr"? Havia de ser bonito. Ia eu de cana.

c)Então o que o levou a escolher o nome de César. De certeza que já há milhares de Césares registados por esse mundo fora. Foi conferir antes de escolher o seu ciber-nome? Agora que penso nisso. Hmmm... Aqui há marosca. Parece-me que estamos perante um hipotético possível provável novo arqui-inimigo.

O que alguém disse - o senhor ou ourto - é que o Tarzan tinha morrido. Não especificaram foi qual. O "Rei da Selva" eu confirmo que morreu. Há mais de 50 anos! O Taborda também. Resto eu.


De César a 6 de Fevereiro de 2009 às 04:45
Sr. Tarzan:

a) Em relação à questão da personalidade jurídica do Dr. Bruno Aleixo, será melhor que a discuta com ele. Se ao dizer que ele não tem personalidade jurídica está a tentar dizer que ele não existe, ou que foi inventado ou ainda que é um bicho, tenha cautela… Se ele descobre, no mínimo dá-lhe uma resposta à altura. Já agora, o senhor afirma que ele não tem personalidade jurídica formal, material ou ambas?
Eu cá acho a asserção que fez bastante intrigante, uma vez que o Dr. Bruno Aleixo esteve oficialmente morto e de acordo com o artigo 6º do Código Civil, a personalidade jurídica cessa com a morte. Esta questão daria “pano para mangas”.
Quanto a pôr em causa a honestidade da personalidade, novamente lhe digo para ter cautela. Por muito menos já outras pessoas ficaram com a vida destroçada.

b) Se precisar de me processar por alguma coisa, não será com toda a certeza por nenhuma mariquice. E aviso-o já que nunca perdi nenhuma questão em tribunal e já lá fui algumas vezes, portanto sugiro que não se meta nisso. Aconselho-o mesmo a não referir o meu nome, quando andar a tratar de assuntos relacionados com a justiça.

c) Por acaso até fui eu que escolhi o meu nome. Antes de nascer já andava a escrever cartas e a telefonar de paris, ou lá de onde é que vêm os bebés, a tentar meter na cabeça dos meus pais o nome que mais tarde me dariam e que eu usaria na internet para escrever em blogs. Ainda não tinha nascido e já era um visionário assombroso.
Arqui-inimigos são para os heróis de banda desenhada Sr. Tarzan.

VIVA O PPDPP!


De Tarzan a 6 de Fevereiro de 2009 às 09:19
a) Hãã?!???!?!??!!??!?!?!

b)Se referir o meu nome no tribunal ou na esquadra levam-no preso para um calabouço escurinho. Para junto da Saboneteira de Caxias. Cautela...

c)http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/f/fe/Hulwed.jpg


De César a 8 de Fevereiro de 2009 às 02:46
a) Não sabe, arruma para o lado.

b) Com certeza porque pensariam que sou eu o Tarzan.

c) "História em quadrinhos" não é para mim.

VIVA O PPDPP!


De Edgar Colaço a 5 de Fevereiro de 2009 às 15:16
"c) O que o impede é a sua consciência, a honra e a dignidade, acho eu. No entanto, consta que há pessoas que não têm a primeira devido a um qualquer distúrbio psicológico e que os dois últimos são valores que vêm caindo em desuso nos dias de hoje. Reconheço ainda que isso de usar o nome ou nickname dos outros é um abuso e pode acontecer a qualquer um, o que é lastimável."

Ora bem, meu amigo. Veja lá que eu próprio, sem nunca ter escrito nada para este blog, vi o meu nome E apelido a serem-me roubados de forma abusiva, com o infame propósito de tentar fazer uma piadola à qual pouca gente - para não dizer pouquíssima - achará algum resíduo de graça.

É revoltante, digo-lhe eu!


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